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    As notas de 0€ têm todas as características técnicas do papel-moeda em circulação, i.e., marca d’água, holograma, numeração, fio d’Ouro, relevos e as estrelas iluminam-se sob luz UV.

    Foram criadas 2 notas distintas, uma “Versão Normal” e uma “Versão Anniversary”

  • 6.60

    Em 1879, Eça redige de um fôlego O Conde d’Abranhos, que apenas seria postumamente publicado e que constitui a sua mais contundente crítica romanceada da intriga política constitucional. (O editor chegou a propor que se publicasse sem indicação de autoria.)

  • 9.90

    Na versão definitiva desta obra (1880), conjugam-se três factores já previamente salientes na carreira de Eça mas cuja importância relativa e cujo significado se irão modificando: um dado propósito de crítica social contemporânea; uma dada percepção de como determinadas personagens, enganando as outras, se enganam afinal a si próprias, fingindo acatar pautas morais de comportamento; e uma certa auréola de sonho que elas exalam.

  • 16.00

    Eça de Queiroz com o poderoso sentido de observação que o caracterizou, aguçado pela novidade mítica do Oriente, antes da viagem apenas literariamente experimentada, Eça pode produzir nesta obra um texto que iniciou na sua carreira literária uma imediata revolução que o faz passar da prosa lírica dos primeiros folhetins, mais tarde reunidos com título de Prosas Bárbaras, para uma visão mais concreta da realidade.

  • 7.70

    Nesta obra, Eça tem uma visão muito pessoal dos países orientais e da antiguidade. A sua imaginação volta a trabalhar para nos oferecer, com a sua fina ironia, uma obra rica de análise psicológica (pois retrata magistralmente o remorso) e com alguns momentos de descrição sugestiva nos sonhos de opulência do Teodoro, na sua quimérica viagem à China.

  • 13.95

    Em O Meu Primeiro Eça de Queirós, Luísa Ducla Soares conta-nos a vida deste escritor, cuja obra a apaixona desde criança, e Fátima Afonso maravilha-nos com as suas ilustrações.

  • 15.00

    Quem é afinal este Basílio, que tanto êxito e escândalo provocou? Um brasileiro, um marialva que vai quebrar o coração de Luísa. Ela, doce e romântica, e seu marido, Jorge, são aparentemente felizes. Mas tudo se complica quando Jorge viaja em trabalho. Luísa, entediada e aborrecida, é seduzida por Basílio e chantageada por Juliana, a imortal Juliana, uma das grandes criações da literatura portuguesa.

    E por cima de tudo, o riso de Eça, destruindo, certeiro, a sociedade de então. Este é o romance que o consagrou definitivamente como o grande escritor nacional. Deve ser lido, e relido, sempre!

  • 7.70

    Escrito em Inglaterra, O Primo Basílio, publicado em 1878, é um romance de costumes da média burguesia lisboeta e uma sátira moralizadora ao romanesco da sociedade da época. Luísa é uma vítima das suas leituras negativas e da baixeza moral do primo, quando a ausência do marido a deixou entregue ao seu vazio interior. É uma vítima do ócio.

  • 10.00

    Tendo chegado à estação, ambos cansados da viagem de comboio, perceberiam que ninguém os esperava. Felizmente, o chefe da estação, que era um homem prestável e perspicaz, após ter ouvido as queixas de ambos, percebeu que alguém, com certeza, não tinha recebido o bilhete anunciador da sua chegada. Não se fazendo rogado, este mandou vir transporte, isto é, um moço e uns burros que os levariam à quinta. Eça de Queiroz, que já não aguentava o corpo, agradeceu-lhe dizendo que a montada era uma ótima solução.

  • 10.90

    Trata-se da obra-prima de Eça de Queiroz, publicada em 1888, e uma das mais importantes de toda a literatura narrativa portuguesa. Vale principalmente pela linguagem em que está inscrita e pela fina ironia com que o autor define os caracteres e apresenta as situações. É um romance realista (e naturalista), onde não faltam o fatalismo, a análise social, as peripécias e a catástrofe próprias do enredo passional.

  • 11.90

    É um Portugal realmente presente que ele interroga e que o interpela. É a sua província, a sua capital, os seus pasmosos habitantes, os costumes, os sonhos medíocres hipertrofiados, a inenarrável pretensão de tudo quanto é ou parece ser “gente” num país sem termos de comparação que possam equilibrar essa doce paranóia de grandezas engendradas a meias pelo tédio e pela falta de imaginação, que Eça pinta, caricaturalmente sem dúvida, mas para melhor reduzir a massa confusa do detalhe proliferante à sua verdade palpável.

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    Poster alusivo a Eça de Queiroz e à obra “Os Maias”.

     

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    Puzzle A4 com 120 peças em cartão e imagem do álbum de desenhos de Eça de Queiroz.

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    A revista “Queirosiana” é publicada semestralmente pela Fundação Eça de Queiroz, tendo como Director o Prof. Doutor Carlos Reis, contem estudos sobre Eça de Queiroz e a sua Geração, é distribuída gratuitamente aos sócios da Associação dos Amigos de Eça de Queiroz.

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    Revista do Centenário da Morte de Eça de Queiroz

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    A revista “Queirosiana” é publicada semestralmente pela Fundação Eça de Queiroz, tendo como Director o Prof. Doutor Carlos Reis, contem estudos sobre Eça de Queiroz e a sua Geração, é distribuída gratuitamente aos sócios da Associação dos Amigos de Eça de Queiroz.