Vinho Verde Tormes

Como diz Mark Squires, crítico da Wine Advocate: “Neste estilo, melhor é quase impossível”!
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  • 10.00

    Tendo chegado à estação, ambos cansados da viagem de comboio, perceberiam que ninguém os esperava. Felizmente, o chefe da estação, que era um homem prestável e perspicaz, após ter ouvido as queixas de ambos, percebeu que alguém, com certeza, não tinha recebido o bilhete anunciador da sua chegada. Não se fazendo rogado, este mandou vir transporte, isto é, um moço e uns burros que os levariam à quinta. Eça de Queiroz, que já não aguentava o corpo, agradeceu-lhe dizendo que a montada era uma ótima solução.

  • 16.50

    Chegados a Lisboa em junta médica, Cartola e Aquiles descobrem-se pai e filho na desventura, sobrevivendo ao ritmo da doença, do acumular de dívidas e das cartas e telefonemas trocados com a família deixada em Luanda. Até que num vale emoldurado por pinhal, nas margens da cidade mil vezes sonhada pelo velho Cartola, encontram abrigo e fazem um amigo.

  • 13.95

    Em O Meu Primeiro Eça de Queirós, Luísa Ducla Soares conta-nos a vida deste escritor, cuja obra a apaixona desde criança, e Fátima Afonso maravilha-nos com as suas ilustrações.

  • 11.90

    É um Portugal realmente presente que ele interroga e que o interpela. É a sua província, a sua capital, os seus pasmosos habitantes, os costumes, os sonhos medíocres hipertrofiados, a inenarrável pretensão de tudo quanto é ou parece ser “gente” num país sem termos de comparação que possam equilibrar essa doce paranóia de grandezas engendradas a meias pelo tédio e pela falta de imaginação, que Eça pinta, caricaturalmente sem dúvida, mas para melhor reduzir a massa confusa do detalhe proliferante à sua verdade palpável.

  • 13.90

    Esta é a história de Gonçalo Mendes Ramires, um dos grandes heróis queirosianos. Último descendente de uma antiga família aristocrática, cujas origens remontam aos tempos dos reis suevos, carrega em si o peso dos gloriosos feitos dos seus antepassados. Contudo, não consegue ombrear com essa memória. Empobrecido, com um carácter hesitante e fraco que o aprisiona e humilha, sonha libertar-se. Gonçalo quer viver, criar obra, honrar a história familiar.

  • 9.50

    Autor: Eça de Queiroz

    Editor: Guerra e Paz Editores, S.A.

    ISBN: 978-989-702-176-3

     

    N.º de Páginas: 263

    Encadernação: Capa mole

  • 17.00

    Quem é que se atreve a fritar batatas com a garantia da qualidade das mãos do grande prosador Ramalho Ortigão? Quem prepara umas perdizes como o grande Fialho de Almeida ou Bulhão Pato e se atreve a dizer – e com razão – que as ameijoas à sua maneira, afinal, são da autoria de um grande cozinheiro chamado João da Matta? Quem era tão magrinho como Eça e falava tanto da paparoca como ele?

  • 19.80

    A gastronomia é tema recorrente na obra queirosiana – o jantar é a refeição mais repertoriada – 560 vezes, a que se segue o almoço 232 e 176 ceias! O café é apreciado 209 vezes pelas personagens romanescas, o chá 185, o pão 192, sopa 77, etc. A frequência e intensidade das descrições oscila com a intenção do autor retratar psicológica e socialmente a personagem ou o ambiente envolvente. A gastronomia tempera e condimenta o estilo requintado e sensual de Eça.

  • 5.00

    Vinho verde clássico com um aroma cativante e uma frescura impressionante que demonstra bem o terroir da sub-região de Baião. Os solos graníticos formam terraços à volta da casa de Tormes, um antigo solar que foi uma “estrela” do último livro do Eça – A Cidade e as Serras, e este vinho serve como a nossa homenagem também ao grande escritor que no fin-de-siècle retrasado visitou e se apaixonou por estas terras do Douro Verde.

    Ficha Técnica

    Colheita 2019

Quem Somos

Fundação Eça de Queiroz

A Fundação Eça de Queiroz é uma instituição de utilidade pública administrativa, sem fins lucrativos, que tem como cais de partida a divulgação e promoção nacional e internacional da obra do maior nome do romance português – Eça de Queiroz.

Casa de Campo

Casa do Silvério

A Casa do Silvério é uma Casa de Campo destinada a quem quer usufruir do contacto com o mundo rural queirosiano, situada na Quinta de Vila Nova, a Tormes do romance de Eça de Queiroz, “A Cidade e as Serras”.

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A Casa do Silvério é uma Casa de Campo destinada a quem quer usufruir do contacto com o mundo rural queirosiano, situada na Quinta de Vila Nova, a Tormes do romance de Eça de Queiroz, “A Cidade e as Serras”.

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