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  • 13.00

    São enormes os obstáculos que, de um modo geral, o género biográfico enfrenta ao esbarrar, frequentemente, na tentação do colorido fantasista ou anedótico, na omnisciência, no inauditismo (sempre associado ao sensacionalismo), na interpretação subjectiva, no lugar-comum, nas naturais dificuldades que a falta de documentação e testemunhos traz ao seu discurso, na tautologia cansativa que vamos verificando de biografia em biografia, nos repetidos falsos episódios que se vão transmitindo e enquistando e, finalmente, nos escolhos da apreciação literária quando o biógrafo decide comentar criticamente a obra.

  • 9.50

    Autor: Eça de Queiroz

    Editor: Guerra e Paz Editores, S.A.

    ISBN: 978-989-702-176-3

     

    N.º de Páginas: 263

    Encadernação: Capa mole

  • Esgotado
    6.60

    Nesta obra, Eça sugere o tema clássico do elogio da “áurea mediocritas”, quando mostra que nem é o fausto, nem o conforto, nem a ciência que fazem o homem feliz, mas sim uma vida calma, simples e natural.

  • 25.00

    Edição Bilingue / Bilingual Edition

    • Autor: Eça de Queiroz
    • Edição/reimpressão: Junho de 2015
    • Edição de: Afonso Reis Cabral
    • Tradução de: Margaret Jull Costa
    • ISBN: 978-989-622-769-2
    • Editor: Alêtheia Editores, Câmara Municipal de Baião

     

    • Nº. Páginas: 475
    • Encadernação: Capa mole

     

  • 8.80

    Nesta obra, Eça conta a história de Gonçalo Mendes Ramires, nas suas relações familiares, no seu convívio social, nos seus entusiasmos e nas suas inexplicáveis reacções. O romance desenrola-se em dois planos que caminham paralelamente. Num, feito de idealismo, projecta-se o tradicionalismo romântico: romance histórico; no outro, com o sentido do realista, perpassa a vida contemporânea da província.

  • 13.90

    Esta é a história de Gonçalo Mendes Ramires, um dos grandes heróis queirosianos. Último descendente de uma antiga família aristocrática, cujas origens remontam aos tempos dos reis suevos, carrega em si o peso dos gloriosos feitos dos seus antepassados. Contudo, não consegue ombrear com essa memória. Empobrecido, com um carácter hesitante e fraco que o aprisiona e humilha, sonha libertar-se. Gonçalo quer viver, criar obra, honrar a história familiar.

  • 19.80

    A gastronomia é tema recorrente na obra queirosiana – o jantar é a refeição mais repertoriada – 560 vezes, a que se segue o almoço 232 e 176 ceias! O café é apreciado 209 vezes pelas personagens romanescas, o chá 185, o pão 192, sopa 77, etc. A frequência e intensidade das descrições oscila com a intenção do autor retratar psicológica e socialmente a personagem ou o ambiente envolvente. A gastronomia tempera e condimenta o estilo requintado e sensual de Eça.

  • 8.80

    Romance saído em folhetins na Gazeta de Notícias, cuja epígrafe se tornou célebre – “Sobre a nudez forte da verdade, o manto diáfano da fantasia” – por sintetizar a aliança entre realismo e imaginação, naturalismo e fantástico, patente na obra.

  • 5.00

    A proposta de Beatriz Berrini focaliza novos ângulos de análise de A Relíquia, além de trazer uma enriquecedora contextualização da obra. Especialmente interessante é a inovadora consideração de incluir elementos a respeito do que representou para o0s europeus, no século XIX, o Oriente Próximo.

  • 14.90

    Autor: Eça de Queiroz

    Editor: Guerra e Paz Editores, S.A.

    1ª Edição: Fevereiro de 2018

    ISBN: 978-989-702-354-5

     

    N.º de páginas: 252

    Encadernação: capa mole

  • -20% de desconto
    12.00

    Agenda A5 em imitação de pele com fecho magnético, com logotipo da Fundação Eça de Queiroz e suporte para esferográfica. Fornecida com bolsa de non-woven. Esferográfica incluída.

     

  • 15.00

    Os aspectos diferenciadores e originais do arquivo de Eça de Queiroz, aqui apresentado, reflectem-se em vários documentos evidenciais da sua vida particular produzidos no desempenho de papéis diversificados ao longo da vida: o estudante; o administrador das propriedades de Tormes; o dono de casa preocupado com a aquisição de móveis; o cônsul que atende os seus cidadãos em dificuldades.

  • 15.00

    O corpus principal desta proposta editorial foca-se na análise da adaptação atualizada de dois romances canónicos do consagrado escritor português Eça de Queirós para a televisão generalista nacional, pública e privada, nos produtos ficcionais telenovela e minissérie. É um estudo que relaciona importantes conceitos como adaptação, atualização, romances canónicos, autor clássico, televisão, ficção, telenovela, minissérie e identidade cultural com vista a sugerir uma interpretação possível de duas unidades dramáticas televisuais recriadas a partir de Os Maias (1988) e de O Crime do Padre Amaro (1880).

    Obra vencedora da Edição de 2016 do Prémio Literário Fundação Eça de Queiroz

  • Esgotado
    27.50

    A presente edição dos textos que, sob o título “As Farpas”, foram publicados em 1871-1872 visa um duplo propósito: por um lado, proporcionar a quantos se interessam pelos estudos queirozianos a oportunidade, até hoje inexistente, de poderem dispor da sua edição original; por outro lado, dar a conhecer ao grande público, na sua pureza, uma obra que, na versão conhecida de “Uma Campanha Alegre”, se apresenta diferente e editada de forma descuidada.

  • 12.50

    Henry Rider Haggard publicou em Inglaterra no ano de 1885 “As Minas de Salomão”, obra de aventuras em que o autor britânico apesar da sua perspectiva europeia, manifesta uma grande sensibilidade aos usos e costumes indígenas. Em 1891, o General João Crisóstomo assumia a chefia do Governo, sucedendo a Fontes Pereira de Melo. A África estava na ordem do dia e os ingleses enviaram um ultimato a Portugal, exigindo a retirada do território que ligava Angola a Moçambique.