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  • 8.50

    O colóquio “Diálogos com Eça no Novo Milénio”, de que agora se editam as respectivas Actas, teve lugar no Palácio Fronteira em Lisboa, a 30 de Maio de 2001. Fruto da iniciativa dos seus três organizadores, Ana Nascimento Piedade, Ana Isabel Vasconcelos e A. Campos Matos, este colóquio contou com a participação de nomes prestigiados dos estudos queirozianos e da crítica portuguesa.

  • 29.00

    Esta edição, verdadeiro monumento antológico, sob a forma de dicionário, com 735 entradas – constituindo, por isso mesmo, uma obra de referência na bibliografia queiroziana – proporciona a leitores e estudiosos de Eça de Queiroz, a imagem a corpo inteiro do artista, do pensador e do homem.

  • 25.00

    As mensagens contidas nos bilhetes-postais de Eça para os seus familiares, apesar de muito simples e breves, suscitam questões pertinentes que dizem respeito à personalidade do autor, às suas relações com os filhos e ao seu estado de saúde, inexoravelmente fragilizado nos últimos anos de vida. Como ilustrações, esses postais apresentam um valor intrínseco de carácter histórico, antropológico e iconográfico que se nos impõe à primeira vista.

  • 7.00

    O livro Eça de Queiroz – Sou um Pobre Homem da Póvoa de Varzim introduz-nos de forma breve e agradável, no mundo e na vida de um dos mais importantes escritores portugueses de sempre.
    Com texto de Gisela Silva e ilustrações do ilustrador premiado Sebastião Peixoto, este livro, dirigido a um público juvenil, mas perfeitamente adequado a um público adulto, percorre a vida e as vivências daquele que muitos consideram o mais importante romancista e contista português.

  • 30.00

    A Casa de Tormes, é um espaço mítico da obra e da vida de Eça de Queiroz, lugar que hoje reúne o seu espólio e guarda a sua Memória por intermédio do seu mobiliário e dos seus objectos de uso quotidiano, como seja a sua secretária e a sua biblioteca, o seu monóculo e o seu ficheiro, os quadros e as fotografias que o rodeavam, etc. Mas neste álbum podemos encontrar muito mais: podemos abrir portas para o conhecimento da gastronomia na obra do celebrado autor de “Os Maias”, e até, neste cenário queiroziano, cruzarmo-nos com Camilo, por intermédio da Memória de Fanny e Owen e da sua Casa.

  • 16.90

    Os textos e desenhos que aqui se publicam são, na sua maioria, inéditos, provenientes de álbuns que estiveram mais de cem anos escondidos do público. Mesmo nos poucos casos em que os textos e as imagens já se encontravam publicados, é a primeira vez que são coligidos numa edição que restitui a sua forma original.

  • 19.90

    Eça de Queiroz entre os seus constituiu, na época em que foi dado ao público, uma reacção contra apreciações críticas que, durante muito tempo, haviam de fazer escola. Na Quinta de Vila Nova, em Santa Cruz do Douro, concelho de Baião – a mítica Tormes d’A Cidade e as Serras, hoje sede da Fundação Eça de Queiroz – D. Maria d’Eça de Queiroz conservava as cartas trocadas por seus pais.

  • 29.80

    Coleção: OS TRABALHOS E OS DIAS

    • Autor: A. Campos Matos
    • Edição/reimpressão: 2009
    • ISBN: 978-972-36-1045-1
    • Editor: Edições Afrontamento, Lda.
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    • Nº. Páginas: 588
    • Encadernação: Capa dura

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  • -64% de desconto
    2.50

    A recolha de notas enológicas e espirituosas aparecidas em algumas das obras de Eça de Queiroz, foi inicialmente projectada para uso e proveito próprio do A. Sendo mais tarde prometida a um restrito grupo de amigos também amantes e admiradores da obra do grande Escritor.

  • -16% de desconto
    40.00

    A recolha das ilustrações da obra de Eça de Queiroz aqui apresentada, que abrange um período de 130 anos – entre 1871, data da capa de “As Farpas”, concebida por Manuel de Macedo, e Outubro de 2001, data do desenho de António inspirado pelos textos da polémica Eça-Pinheiro Chagas -, constitui nos estudos queirozianos uma absoluta novidade, de que a sua bibliografia carecia. A escrita eminentemente imagética do autor de “A Relíquia” facilita expressões plásticas de forte recorte visual, que vêm complementar o seu estilo inconfundível.

  • 50.00

    O propósito essencial desta obra é fixar fotograficamente as paisagens naturais e urbanas e os edifícios descritos na novelística de Eça de Queiroz, respeitantes a Portugal, tal como hoje se nos deparam e, em alguns casos, através de imagens da época, complementando essas imagens com os textos que lhe correspondem.

  • 15.50

    Este é um livro de duas recusas. Recusa do amor físico, uma; recusa do trabalho, a outra.

    «José Matias», admirável e bizarro conto de Eça de Queiroz, publicado em 1897, narra um anacrónico e aberrante caso de amor platónico.

    «Bartleby», admirável e bizarro conto de Herman Melville, publicado em 1853, narra um anacrónico e aberrante caso de recusa do trabalho.

  • 16.50

    Chegados a Lisboa em junta médica, Cartola e Aquiles descobrem-se pai e filho na desventura, sobrevivendo ao ritmo da doença, do acumular de dívidas e das cartas e telefonemas trocados com a família deixada em Luanda. Até que num vale emoldurado por pinhal, nas margens da cidade mil vezes sonhada pelo velho Cartola, encontram abrigo e fazem um amigo.

  • -50% de desconto
    8.40

    A tónica fundamental deste trabalho, escrito numa linguagem de grande simplicidade, faz ressaltar a espantosa afinidade de Eça com Flaubert, no que toca às considerações que ambos nos deixaram a propósito do estilo e do esforço enorme que despenderam em prol do seu apuramento.

  • -50% de desconto
    2.50

    No seguimento dos 1º e 2º Encontros em Tormes sobre Modernidade e Ruralidade, que constam do debate, da problemática actual e futura do mundo rural, foram editadas as suas actas.

  • 6.60

    Em 1879, Eça redige de um fôlego O Conde d’Abranhos, que apenas seria postumamente publicado e que constitui a sua mais contundente crítica romanceada da intriga política constitucional. (O editor chegou a propor que se publicasse sem indicação de autoria.)