Publicações do Eça

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  • Civilização e Outros Contos - Ed. Fábula
    11.95

    Publicados em inúmeros jornais e revistas ao longo de toda a sua carreira jornalística, os contos de Eça de Queirós foram reunidos, pela primeira vez, em 1902. Como contista, Eça procurou explorar essencialmente temas históricos e reflexões sobre a condição humana.

    Civilização, A Aia, O Tesouro, O Suave Milagre, Outro Amável Milagre, Singularidades de Uma Rapariga Loura, Frei Genebro, A Perfeição e José Matias, contos escolhidos para esta obra, demonstram a capacidade engenhosa do autor para criar personagens inesquecíveis em enredos simples e curtos.

  • Contos
    8.80

    No prefácio dos “Azulejos do Conde de Arnoso”, emite Eça a sua opinião sobre o conto: “No conto tudo precisa de ser apontado num risco leve e sóbrio: das figuras deve-se ver apenas a linha flagrante e definidora que revela e fixa uma personalidade; dos sentimentos, apenas o que caiba num olhar, ou numa dessas palavras que escapa dos lábios e traz todo o ser; da paisagem somente os longes, numa cor unida”.

  • De Lisboa às Serras: A Evolução de Eça de Queiroz
    26.00

    «Eça de Queiroz (1845 -1900) é o autor de algumas das mais famosas descrições literárias de Lisboa e do norte de Portugal. No entanto, Lisboa é o cenário principal dos romances do início e do meio da sua carreira, até à publicação de Os Maias (1888), enquanto o Norte só ganha destaque nos livros finais.
    De Lisboa às Serras: A evolução de Eça de Queiroz procura compreender esta curiosa evolução. A evolução de Eça tem ocupado, há mais de cem anos, os críticos. Philipp Kampschroer interroga as principais propostas críticas sobre estética, ideologia e ironia em Eça de Queiroz; defende, em detrimento de uma divisão em fases ou períodos, uma descrição orgânica e unificada da sua obra. O exame de toda a obra de
    Eça — romances, contos, correspondência privada e textos de imprensa — indica que Lisboa e as Serras são mais do que meros cenários. São termos simultaneamente opostos e complementares que sustentam toda uma interpretação da realidade nacional no panorama europeu. Esta interpretação garantiu a presença continuada de Eça de Queiroz na cultura portuguesa.»

  • Dicionário de Milagres - Book Cover Novidade!
    7.50

    Assim como o próprio nome indica, este livro é um dicionário de milagres, que foi sendo composto por Eça de Queirós. Infelizmente, as “ocupações oficiais e o escrúpulo que o falecido escritor punha em todos os trabalhos literários saídos das suas mãos, não lhe permitiram continuar o Dicionário”, pelo que […]

  • Edição Crítica das Obras de Eça de Queirós: A Cidade e as Serras
    25.00

    Tendo aparecido pela primeira vez em 1901, pouco depois da morte do escritor, em 16 de agosto de 1900, este relato integra-se naquele subconjunto que, nos últimos anos, temos designado, com referência ao seu autor, como provindo do labor finissecular do último Eça. Para além disso, ele traz consigo uma história editorial atribulada, como aconteceu com os chamados semipóstumos (que incluem também A Ilustre Casa de Ramires e A Correspondência de Fradique Mendes), ou seja, aquelas obras que estavam em processo de edição, quando Eça morreu. Por isso mesmo, tornou-se necessária (e natural) a ajuda de quem pudesse terminar o que o romancista deixara inconcluso. Refiro-me,  evidentemente, a Ramalho Ortigão, que assumiu, por encargo da família, a responsabilidade de preparar a edição princeps. Fê-lo, contudo, com hesitações e, não raro, com intervenções muito discutíveis, lidando com materiais desiguais, relativamente ao estádio de elaboração que eles traduziam.

    Carlos Reis, da Nota Prefacial

  • O Conde d'Abranhos - Book Cover Novidade!
    7.50

    O dedicado secretário de Alípio Abranhos parte num elogio biográfico ao seu mestre, apresentando o percurso de afirmação política, que passa essencialmente por adulações calculadas, discursos ocos e truques políticos. Eça de Queirós constrói uma notável obra de sátira, uma crítica mordaz da cultura portuguesa na segunda metade do século […]

  • O Conde D'Abranhos e A Catástrofe
    7.75

    Em 1879, Eça redige de um fôlego O Conde d’Abranhos, que apenas seria postumamente publicado e que constitui a sua mais contundente crítica romanceada da intriga política constitucional. (O editor chegou a propor que se publicasse sem indicação de autoria.)

  • O Crime do Padre Amaro
    11.10

    Na versão definitiva desta obra (1880), conjugam-se três factores já previamente salientes na carreira de Eça mas cuja importância relativa e cujo significado se irão modificando: um dado propósito de crítica social contemporânea; uma dada percepção de como determinadas personagens, enganando as outras, se enganam afinal a si próprias, fingindo acatar pautas morais de comportamento; e uma certa auréola de sonho que elas exalam.

  • O Crime do Padre Amaro
    16.00

    O mais polémico romance do maior romancista português: religião e moral postas à prova Amaro Vieira, recém-chegado a Leiria, conhece Amélia Caminha, filha da dona da pensão onde fica hospedado. Apaixonam-se. Nada de invulgar teria esta história, não fosse Amaro um padre atraído pela transgressão e pela vertigem do amor […]

  • O Defunto - Book Cover Novidade!
    7.50

    No ano de 1474, um cavaleiro de nome D. Rui apaixona-se por uma bela senhora chamada D. Leonor, esposa de D. Alonso de Lara. Como D. Leonor parece não reparar nele, este decide esquecê-la e seguir com a sua vida. Porém, D. Alonso, um marido ciumento e possessivo, apercebeu-se do […]

  • O Egipto - Book Cover Novidade!
    7.50

    Com o objetivo de fazer a reportagem da inauguração do Canal de Suez para o jornal que dirigia, Eça viaja, em 1869, para o Egipto. Dessa viagem resulta este livro, publicado apenas postumamente, em 1926.

  • O Mandarim
    7.70

    Nesta obra, Eça tem uma visão muito pessoal dos países orientais e da antiguidade. A sua imaginação volta a trabalhar para nos oferecer, com a sua fina ironia, uma obra rica de análise psicológica (pois retrata magistralmente o remorso) e com alguns momentos de descrição sugestiva nos sonhos de opulência do Teodoro, na sua quimérica viagem à China.

  • O Mandarim - Book Cover Novidade!
    7.50

    Teodoro, bacharel e amanuense do Ministério do Reino, leva uma vida monótona e modesta na pensão de D. Augusta em Lisboa. Uma noite, sozinho no seu quarto, conhece a lenda do Mandarim através de um velho livro, segundo o qual um simples toque de campainha mataria o Mandarim e faria […]

  • O Mistério da Estrada de Sintra - Book Cover Novidade!
    7.50

    Entre Julho e Setembro de 1870, Eça de Queirós e Ramalho Ortigão decidem escrever um romance policial, sob a forma de cartas anónimas para o jornal Diário de Notícias. Considerada a primeira narrativa policial da literatura portuguesa, a obra que nasceu da colaboração destes dois mestres, acompanha o sequestro de […]

  • O Primo Basílio
    8.85

    Escrito em Inglaterra, O Primo Basílio, publicado em 1878, é um romance de costumes da média burguesia lisboeta e uma sátira moralizadora ao romanesco da sociedade da época. Luísa é uma vítima das suas leituras negativas e da baixeza moral do primo, quando a ausência do marido a deixou entregue ao seu vazio interior. É uma vítima do ócio.

  • O Primo Basílio
    15.00

    Quem é afinal este Basílio, que tanto êxito e escândalo provocou? Um brasileiro, um marialva que vai quebrar o coração de Luísa. Ela, doce e romântica, e seu marido, Jorge, são aparentemente felizes. Mas tudo se complica quando Jorge viaja em trabalho. Luísa, entediada e aborrecida, é seduzida por Basílio e chantageada por Juliana, a imortal Juliana, uma das grandes criações da literatura portuguesa.

    E por cima de tudo, o riso de Eça, destruindo, certeiro, a sociedade de então. Este é o romance que o consagrou definitivamente como o grande escritor nacional. Deve ser lido, e relido, sempre!