Publicações

Filtros
Aplicar
    Filtrar produtos
    Encardenação
    Ordenar por
    Preço
  • Esgotado
    29.00

    Esta edição, verdadeiro monumento antológico, sob a forma de dicionário, com 735 entradas – constituindo, por isso mesmo, uma obra de referência na bibliografia queiroziana – proporciona a leitores e estudiosos de Eça de Queiroz, a imagem a corpo inteiro do artista, do pensador e do homem.

  • 25.00

    As mensagens contidas nos bilhetes-postais de Eça para os seus familiares, apesar de muito simples e breves, suscitam questões pertinentes que dizem respeito à personalidade do autor, às suas relações com os filhos e ao seu estado de saúde, inexoravelmente fragilizado nos últimos anos de vida. Como ilustrações, esses postais apresentam um valor intrínseco de carácter histórico, antropológico e iconográfico que se nos impõe à primeira vista.

  • 7.00

    O livro Eça de Queiroz – Sou um Pobre Homem da Póvoa de Varzim introduz-nos de forma breve e agradável, no mundo e na vida de um dos mais importantes escritores portugueses de sempre.
    Com texto de Gisela Silva e ilustrações do ilustrador premiado Sebastião Peixoto, este livro, dirigido a um público juvenil, mas perfeitamente adequado a um público adulto, percorre a vida e as vivências daquele que muitos consideram o mais importante romancista e contista português.

  • 30.00

    A Casa de Tormes, é um espaço mítico da obra e da vida de Eça de Queiroz, lugar que hoje reúne o seu espólio e guarda a sua Memória por intermédio do seu mobiliário e dos seus objectos de uso quotidiano, como seja a sua secretária e a sua biblioteca, o seu monóculo e o seu ficheiro, os quadros e as fotografias que o rodeavam, etc. Mas neste álbum podemos encontrar muito mais: podemos abrir portas para o conhecimento da gastronomia na obra do celebrado autor de “Os Maias”, e até, neste cenário queiroziano, cruzarmo-nos com Camilo, por intermédio da Memória de Fanny e Owen e da sua Casa.

  • 16.90

    Os textos e desenhos que aqui se publicam são, na sua maioria, inéditos, provenientes de álbuns que estiveram mais de cem anos escondidos do público. Mesmo nos poucos casos em que os textos e as imagens já se encontravam publicados, é a primeira vez que são coligidos numa edição que restitui a sua forma original.

  • 29.80

    Coleção: OS TRABALHOS E OS DIAS

    • Autor: A. Campos Matos
    • Edição/reimpressão: 2009
    • ISBN: 978-972-36-1045-1
    • Editor: Edições Afrontamento, Lda.
    [vc_separator type='transparent' position='center' color='' border_style='' thickness='' up='20' down='0']

    [no_unordered_list style=”circle” number_type=”circle_number” animate=”no” font_weight=”light”]

    • Nº. Páginas: 588
    • Encadernação: Capa dura

    [/no_unordered_list]

  • -16% de desconto
    40.00

    A recolha das ilustrações da obra de Eça de Queiroz aqui apresentada, que abrange um período de 130 anos – entre 1871, data da capa de “As Farpas”, concebida por Manuel de Macedo, e Outubro de 2001, data do desenho de António inspirado pelos textos da polémica Eça-Pinheiro Chagas -, constitui nos estudos queirozianos uma absoluta novidade, de que a sua bibliografia carecia. A escrita eminentemente imagética do autor de “A Relíquia” facilita expressões plásticas de forte recorte visual, que vêm complementar o seu estilo inconfundível.

  • 50.00

    O propósito essencial desta obra é fixar fotograficamente as paisagens naturais e urbanas e os edifícios descritos na novelística de Eça de Queiroz, respeitantes a Portugal, tal como hoje se nos deparam e, em alguns casos, através de imagens da época, complementando essas imagens com os textos que lhe correspondem.

  • 15.50

    Este é um livro de duas recusas. Recusa do amor físico, uma; recusa do trabalho, a outra.

    «José Matias», admirável e bizarro conto de Eça de Queiroz, publicado em 1897, narra um anacrónico e aberrante caso de amor platónico.

    «Bartleby», admirável e bizarro conto de Herman Melville, publicado em 1853, narra um anacrónico e aberrante caso de recusa do trabalho.

  • 16.50

    Chegados a Lisboa em junta médica, Cartola e Aquiles descobrem-se pai e filho na desventura, sobrevivendo ao ritmo da doença, do acumular de dívidas e das cartas e telefonemas trocados com a família deixada em Luanda. Até que num vale emoldurado por pinhal, nas margens da cidade mil vezes sonhada pelo velho Cartola, encontram abrigo e fazem um amigo.

  • -50% de desconto
    8.40

    A tónica fundamental deste trabalho, escrito numa linguagem de grande simplicidade, faz ressaltar a espantosa afinidade de Eça com Flaubert, no que toca às considerações que ambos nos deixaram a propósito do estilo e do esforço enorme que despenderam em prol do seu apuramento.

  • -50% de desconto
    2.50

    No seguimento dos 1º e 2º Encontros em Tormes sobre Modernidade e Ruralidade, que constam do debate, da problemática actual e futura do mundo rural, foram editadas as suas actas.

  • 6.60

    Em 1879, Eça redige de um fôlego O Conde d’Abranhos, que apenas seria postumamente publicado e que constitui a sua mais contundente crítica romanceada da intriga política constitucional. (O editor chegou a propor que se publicasse sem indicação de autoria.)

  • 9.90

    Na versão definitiva desta obra (1880), conjugam-se três factores já previamente salientes na carreira de Eça mas cuja importância relativa e cujo significado se irão modificando: um dado propósito de crítica social contemporânea; uma dada percepção de como determinadas personagens, enganando as outras, se enganam afinal a si próprias, fingindo acatar pautas morais de comportamento; e uma certa auréola de sonho que elas exalam.

  • 16.00

    Eça de Queiroz com o poderoso sentido de observação que o caracterizou, aguçado pela novidade mítica do Oriente, antes da viagem apenas literariamente experimentada, Eça pode produzir nesta obra um texto que iniciou na sua carreira literária uma imediata revolução que o faz passar da prosa lírica dos primeiros folhetins, mais tarde reunidos com título de Prosas Bárbaras, para uma visão mais concreta da realidade.

  • 7.70

    Nesta obra, Eça tem uma visão muito pessoal dos países orientais e da antiguidade. A sua imaginação volta a trabalhar para nos oferecer, com a sua fina ironia, uma obra rica de análise psicológica (pois retrata magistralmente o remorso) e com alguns momentos de descrição sugestiva nos sonhos de opulência do Teodoro, na sua quimérica viagem à China.