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  • 13.00

    São enormes os obstáculos que, de um modo geral, o género biográfico enfrenta ao esbarrar, frequentemente, na tentação do colorido fantasista ou anedótico, na omnisciência, no inauditismo (sempre associado ao sensacionalismo), na interpretação subjectiva, no lugar-comum, nas naturais dificuldades que a falta de documentação e testemunhos traz ao seu discurso, na tautologia cansativa que vamos verificando de biografia em biografia, nos repetidos falsos episódios que se vão transmitindo e enquistando e, finalmente, nos escolhos da apreciação literária quando o biógrafo decide comentar criticamente a obra.

  • 25.00
    • Autor: A Campos Matos
    • Edição/reimpressão: 2006
    • ISBN: 9789722414470
    • Editor: Livros Horizonte
    • Nº. Páginas: 88
    • Encadernação: Capa mole
  • 6.60

    Nesta obra, Eça sugere o tema clássico do elogio da “áurea mediocritas”, quando mostra que nem é o fausto, nem o conforto, nem a ciência que fazem o homem feliz, mas sim uma vida calma, simples e natural.

  • 25.00

    Edição Bilingue / Bilingual Edition

    • Autor: Eça de Queiroz
    • Edição/reimpressão: Junho de 2015
    • Edição de: Afonso Reis Cabral
    • Tradução de: Margaret Jull Costa
    • ISBN: 978-989-622-769-2
    • Editor: Alêtheia Editores, Câmara Municipal de Baião

     

    • Nº. Páginas: 475
    • Encadernação: Capa mole

     

  • 8.80

    Nesta obra, Eça conta a história de Gonçalo Mendes Ramires, nas suas relações familiares, no seu convívio social, nos seus entusiasmos e nas suas inexplicáveis reacções. O romance desenrola-se em dois planos que caminham paralelamente. Num, feito de idealismo, projecta-se o tradicionalismo romântico: romance histórico; no outro, com o sentido do realista, perpassa a vida contemporânea da província.

  • 8.80

    Romance saído em folhetins na Gazeta de Notícias, cuja epígrafe se tornou célebre – “Sobre a nudez forte da verdade, o manto diáfano da fantasia” – por sintetizar a aliança entre realismo e imaginação, naturalismo e fantástico, patente na obra.

  • -50% de desconto
    2.50

    A proposta de Beatriz Berrini focaliza novos ângulos de análise de A Relíquia, além de trazer uma enriquecedora contextualização da obra. Especialmente interessante é a inovadora consideração de incluir elementos a respeito do que representou para o0s europeus, no século XIX, o Oriente Próximo.

  • 15.00

    O corpus principal desta proposta editorial foca-se na análise da adaptação atualizada de dois romances canónicos do consagrado escritor português Eça de Queirós para a televisão generalista nacional, pública e privada, nos produtos ficcionais telenovela e minissérie. É um estudo que relaciona importantes conceitos como adaptação, atualização, romances canónicos, autor clássico, televisão, ficção, telenovela, minissérie e identidade cultural com vista a sugerir uma interpretação possível de duas unidades dramáticas televisuais recriadas a partir de Os Maias (1988) e de O Crime do Padre Amaro (1880).

    Obra vencedora da Edição de 2016 do Prémio Literário Fundação Eça de Queiroz

  • 12.50

    Henry Rider Haggard publicou em Inglaterra no ano de 1885 “As Minas de Salomão”, obra de aventuras em que o autor britânico apesar da sua perspectiva europeia, manifesta uma grande sensibilidade aos usos e costumes indígenas. Em 1891, o General João Crisóstomo assumia a chefia do Governo, sucedendo a Fontes Pereira de Melo. A África estava na ordem do dia e os ingleses enviaram um ultimato a Portugal, exigindo a retirada do território que ligava Angola a Moçambique.

  • 10.00

    Eça de Queiroz, nasceu na Póvoa do Varzim, filho de pais que ainda não eram casados e que, embora casando quatro anos depois, se mantiveram afastados dele até se tornar adulto. Formou-se em Direito, em Coimbra. Optou por seguir a carreira diplomática de cônsul, mas foi um grande escritor realista, cheio de humor e ironia na crítica à sociedade, que rapidamente se tornou famoso, não só em Portugal, mas também pelo mundo fora.

  • 8.80

    No prefácio dos “Azulejos do Conde de Arnoso”, emite Eça a sua opinião sobre o conto: “No conto tudo precisa de ser apontado num risco leve e sóbrio: das figuras deve-se ver apenas a linha flagrante e definidora que revela e fixa uma personalidade; dos sentimentos, apenas o que caiba num olhar, ou numa dessas palavras que escapa dos lábios e traz todo o ser; da paisagem somente os longes, numa cor unida”.

  • 8.50

    O colóquio “Diálogos com Eça no Novo Milénio”, de que agora se editam as respectivas Actas, teve lugar no Palácio Fronteira em Lisboa, a 30 de Maio de 2001. Fruto da iniciativa dos seus três organizadores, Ana Nascimento Piedade, Ana Isabel Vasconcelos e A. Campos Matos, este colóquio contou com a participação de nomes prestigiados dos estudos queirozianos e da crítica portuguesa.

  • 29.00

    Esta edição, verdadeiro monumento antológico, sob a forma de dicionário, com 735 entradas – constituindo, por isso mesmo, uma obra de referência na bibliografia queiroziana – proporciona a leitores e estudiosos de Eça de Queiroz, a imagem a corpo inteiro do artista, do pensador e do homem.

  • 25.00

    As mensagens contidas nos bilhetes-postais de Eça para os seus familiares, apesar de muito simples e breves, suscitam questões pertinentes que dizem respeito à personalidade do autor, às suas relações com os filhos e ao seu estado de saúde, inexoravelmente fragilizado nos últimos anos de vida. Como ilustrações, esses postais apresentam um valor intrínseco de carácter histórico, antropológico e iconográfico que se nos impõe à primeira vista.

  • 7.00

    O livro Eça de Queiroz – Sou um Pobre Homem da Póvoa de Varzim introduz-nos de forma breve e agradável, no mundo e na vida de um dos mais importantes escritores portugueses de sempre.
    Com texto de Gisela Silva e ilustrações do ilustrador premiado Sebastião Peixoto, este livro, dirigido a um público juvenil, mas perfeitamente adequado a um público adulto, percorre a vida e as vivências daquele que muitos consideram o mais importante romancista e contista português.

  • 30.00

    A Casa de Tormes, é um espaço mítico da obra e da vida de Eça de Queiroz, lugar que hoje reúne o seu espólio e guarda a sua Memória por intermédio do seu mobiliário e dos seus objectos de uso quotidiano, como seja a sua secretária e a sua biblioteca, o seu monóculo e o seu ficheiro, os quadros e as fotografias que o rodeavam, etc. Mas neste álbum podemos encontrar muito mais: podemos abrir portas para o conhecimento da gastronomia na obra do celebrado autor de “Os Maias”, e até, neste cenário queiroziano, cruzarmo-nos com Camilo, por intermédio da Memória de Fanny e Owen e da sua Casa.