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165 Products

  • Miniatura de bengalas
    6.00

    Bengalas de Gestaçô em miniatura, fabrico manual em madeira

  • O Conde d'Abranhos - Book Cover
    7.50

    O dedicado secretário de Alípio Abranhos parte num elogio biográfico ao seu mestre, apresentando o percurso de afirmação política, que passa essencialmente por adulações calculadas, discursos ocos e truques políticos. Eça de Queirós constrói uma notável obra de sátira, uma crítica mordaz da cultura portuguesa na segunda metade do século […]

  • O Conde D'Abranhos e A Catástrofe
    7.75

    Em 1879, Eça redige de um fôlego O Conde d’Abranhos, que apenas seria postumamente publicado e que constitui a sua mais contundente crítica romanceada da intriga política constitucional. (O editor chegou a propor que se publicasse sem indicação de autoria.)

  • O Crime do Padre Amaro
    11.10

    Na versão definitiva desta obra (1880), conjugam-se três factores já previamente salientes na carreira de Eça mas cuja importância relativa e cujo significado se irão modificando: um dado propósito de crítica social contemporânea; uma dada percepção de como determinadas personagens, enganando as outras, se enganam afinal a si próprias, fingindo acatar pautas morais de comportamento; e uma certa auréola de sonho que elas exalam.

  • O Crime do Padre Amaro
    16.00

    O mais polémico romance do maior romancista português: religião e moral postas à prova Amaro Vieira, recém-chegado a Leiria, conhece Amélia Caminha, filha da dona da pensão onde fica hospedado. Apaixonam-se. Nada de invulgar teria esta história, não fosse Amaro um padre atraído pela transgressão e pela vertigem do amor […]

  • O Crime do Padre Amaro Novidade!
    22.00

    «O Crime do Padre Amaro, com o subtítulo Cenas da Vida Devota, conheceu três versões (terceira e final, de 1880). No quadro do realismo e do naturalismo então dominantes, Eça procede a uma indagação crítica da vida religiosa de província e dos seus rituais, num registo fortemente anticlerical. A figura do sacerdote, exercendo a sua influência em especial sobre as mulheres, ocupa um lugar central na ação do romance.» in contracapa.

    «Dois meses depois soube-se em Leiria que estava nomeado outro pároco. Dizia-se que era um homem muito novo, saído apenas do seminário. O seu nome era Amaro Vieira.»

    Com coordenação, edição de texto, introdução e nota biobibliográfica de Carlos Reis.

  • O Defunto - Book Cover
    7.50

    No ano de 1474, um cavaleiro de nome D. Rui apaixona-se por uma bela senhora chamada D. Leonor, esposa de D. Alonso de Lara. Como D. Leonor parece não reparar nele, este decide esquecê-la e seguir com a sua vida. Porém, D. Alonso, um marido ciumento e possessivo, apercebeu-se do […]

  • O Egipto - Book Cover
    7.50

    Com o objetivo de fazer a reportagem da inauguração do Canal de Suez para o jornal que dirigia, Eça viaja, em 1869, para o Egipto. Dessa viagem resulta este livro, publicado apenas postumamente, em 1926.

  • O Mandarim
    7.70

    Nesta obra, Eça tem uma visão muito pessoal dos países orientais e da antiguidade. A sua imaginação volta a trabalhar para nos oferecer, com a sua fina ironia, uma obra rica de análise psicológica (pois retrata magistralmente o remorso) e com alguns momentos de descrição sugestiva nos sonhos de opulência do Teodoro, na sua quimérica viagem à China.

  • O Mandarim - Book Cover
    7.50

    Teodoro, bacharel e amanuense do Ministério do Reino, leva uma vida monótona e modesta na pensão de D. Augusta em Lisboa. Uma noite, sozinho no seu quarto, conhece a lenda do Mandarim através de um velho livro, segundo o qual um simples toque de campainha mataria o Mandarim e faria […]

  • O Mistério da Estrada de Ponte do Lima
    21.00

    Apresentam-se, nesta edição, estreitas e até agora desconhecidas relações de amizade entre o poeta António Feijó e Eça de Queiroz e até surpreendentes afinidades entre ambos. O motivo principal deste livro é, todavia, a publicação integral de “O Mistério da Estrada de Ponte de Lima”, ou “História dos Carecas”, divertida efabulação engendrada por António Feijó, em 1880, no jornal “O Comércio do Lima”, de evidente inspiração queiroziana, que alvoroçou a sua terra natal e permanece, ainda hoje, na memória de muitos pontelimenses.

  • O Mistério da Estrada de Sintra - Book Cover
    7.50

    Entre Julho e Setembro de 1870, Eça de Queirós e Ramalho Ortigão decidem escrever um romance policial, sob a forma de cartas anónimas para o jornal Diário de Notícias. Considerada a primeira narrativa policial da literatura portuguesa, a obra que nasceu da colaboração destes dois mestres, acompanha o sequestro de […]

  • O Primo Basílio
    15.00

    Quem é afinal este Basílio, que tanto êxito e escândalo provocou? Um brasileiro, um marialva que vai quebrar o coração de Luísa. Ela, doce e romântica, e seu marido, Jorge, são aparentemente felizes. Mas tudo se complica quando Jorge viaja em trabalho. Luísa, entediada e aborrecida, é seduzida por Basílio e chantageada por Juliana, a imortal Juliana, uma das grandes criações da literatura portuguesa.

    E por cima de tudo, o riso de Eça, destruindo, certeiro, a sociedade de então. Este é o romance que o consagrou definitivamente como o grande escritor nacional. Deve ser lido, e relido, sempre!

  • O Primo Basílio
    8.85

    Escrito em Inglaterra, O Primo Basílio, publicado em 1878, é um romance de costumes da média burguesia lisboeta e uma sátira moralizadora ao romanesco da sociedade da época. Luísa é uma vítima das suas leituras negativas e da baixeza moral do primo, quando a ausência do marido a deixou entregue ao seu vazio interior. É uma vítima do ócio.

  • O Primo Basílio - Book Cover
    4.95

    Luísa e Jorge são a representação do casal modelo da burguesia portuguesa do século XIX, que vive pacatamente, ela ocupada com os seus romances e ele com o seu ofício de engenheiro, que o faz ter de partir para o Alentejo, durante algumas semanas. A partida de Jorge, o tédio […]

  • O Senhor Diabo - Book Cover
    7.50

    Em O Senhor Diabo, conto pertencente ao livro Prosas Bárbaras, Eça começa por dizer: “Como está provado que sou redondamente inapto para escrever Revistas, dizer finamente das Modas, e falar da literatura contem­porânea herdeira honesta do defunto Sr. Prudhomme, é justo, ao menos, que de vez em quando conte uma história […]