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148 Products

  • Eça de Queiroz - Postais Ilustrados
    25.00

    As mensagens contidas nos bilhetes-postais de Eça para os seus familiares, apesar de muito simples e breves, suscitam questões pertinentes que dizem respeito à personalidade do autor, às suas relações com os filhos e ao seu estado de saúde, inexoravelmente fragilizado nos últimos anos de vida. Como ilustrações, esses postais apresentam um valor intrínseco de carácter histórico, antropológico e iconográfico que se nos impõe à primeira vista.

  • Eça de Queiroz - Uma Biografia
    30.00

    «Dizer que esta é a mais completa e mais rica biografia de Eça de Queiroz é dizer pouco. Neste volume o leitor encontrará não apenas a informação mais fidedigna sobre a vida do escritor, acompanhada de vasta e preciosa iconografia, mas também reflexões críticas de primeira ordem que, sem afastar do escopo biográfico, permitem uma visão aprofundada do percurso ideológico do autor e da repercussão da sua obra e da sua figura pública entre os contemporâneos. Neste livro generoso encontrará ainda o leitor uma sucinta apresentação editorial das mais notáveis obras queirozianas, acompanhadas de resumo do enredo e seleta coletânea de excertos de opiniões críticas.»

  • Eça de Queiroz e a Casa de Tormes
    30.00

    A Casa de Tormes, é um espaço mítico da obra e da vida de Eça de Queiroz, lugar que hoje reúne o seu espólio e guarda a sua Memória por intermédio do seu mobiliário e dos seus objectos de uso quotidiano, como seja a sua secretária e a sua biblioteca, o seu monóculo e o seu ficheiro, os quadros e as fotografias que o rodeavam, etc. Mas neste álbum podemos encontrar muito mais: podemos abrir portas para o conhecimento da gastronomia na obra do celebrado autor de “Os Maias”, e até, neste cenário queiroziano, cruzarmo-nos com Camilo, por intermédio da Memória de Fanny e Owen e da sua Casa.

  • Eça de Queiroz em Casa - Desenhos e Textos Inéditos
    16.90

    Os textos e desenhos que aqui se publicam são, na sua maioria, inéditos, provenientes de álbuns que estiveram mais de cem anos escondidos do público. Mesmo nos poucos casos em que os textos e as imagens já se encontravam publicados, é a primeira vez que são coligidos numa edição que restitui a sua forma original.

  • Edição Crítica - A Cidade e as Serras
    25.00

    Tendo aparecido pela primeira vez em 1901, pouco depois da morte do escritor, em 16 de agosto de 1900, este relato integra-se naquele subconjunto que, nos últimos anos, temos designado, com referência ao seu autor, como provindo do labor finissecular do último Eça.

  • Edição Crítica - A Correspondência de Fradique Mendes
    25.00

    A edição crítica d’A Correspondência de Fradique Mendes pretende facultar aos especialistas em estudos queirosianos um texto em muitos aspetos consolidado, relativamente ao que eram as edições de que até agora dispúnhamos.

  • Edição Crítica - A Relíquia
    25.00

    Esta obra pertence à coleção «Edição Crítica das Obras de Eça de Queirós», com edição de Carlos Reis e de Maria Eduarda Borges dos Santos, que também é autora da introdução.

    Recomendado pelo Plano Nacional de Leitura.

  • Edição Crítica - Almanaques e Outros Dispersos
    25.00

    A produção literária de qualquer grande escritor regista, quase sempre e para além dos seus textos capitais, outros textos provindos de circunstâncias mais ou menos acidentais ou conjunturais.

    Quando se trata de organizar o conjunto dessa produção literária (é também isso que esta Edição Crítica das Obras de Eça de Queirós está a fazer, o que obriga a questionar títulos e coletâneas até agora aceites como canónicos), torna-se necessário reunir esses textos em volume ou em volumes que lhes dêem o acolhimento possível.

  • Edição Crítica - Cartas Públicas
    22.71

    Edição de Ana Teresa Peixinho.

    Coordenação de Carlos Reis.

  • Edição Crítica - Contos II
    14.13

    A presente edição de quatro contos de Eça de Queirós, nas circunstâncias em que ocorre e tendo em conta os motivos que a explicam, carece de uma explicação preambular desdobrada em, pelo menos, dois níveis distintos.

  • Edição Crítica - Lendas de Santos
    29.00

    O volume Lendas de Santos que agora se publica constitui, na série Edição Crítica das Obras de Eça de Queirós, um contributo importante para colmatar lacunas e para se tentar chegar o mais perto possível da vontade de Eça de Queirós, no que diz respeito às três narrativas que aqui se encontram.

  • Edição Crítica - O Mistério da Estrada de Sintra
    25.00

    A disponibilização da edição crítica de O Mistério da Estrada de Sintra  Cartas ao Diário de Notícias proporciona a todos os queirosianos, e particularmente aos seus estudiosos, uma visão distintiva de um texto tido por Carlos Reis como «uma das mais ousadas provocações que a nossa história literária já conheceu».

  • Edição Crítica - Philidor
    30.00

    Joseph Bouchardy (tradução de Eça de Queirós)

    «A presente edição de Philidor, peça de teatro de Joseph Bouchardy, representada e publicada pela primeira vez em Paris, em 1863, constitui um trabalho de revalorização de uma atividade de Eça de Queirós talvez menos conhecida mas nem por isso menos significativa: o trabalho de tradução literária a que episodicamente o grande escritor se dedicou.

  • Edição Crítica - Textos de Imprensa II
    42.50

    A presente edição crítica retoma e procura completar o trabalho de recuperação de um acervo jornalístico aqui enquadrado pelos componentes que usualmente estruturam estas edições. Assim, além da extensa introdução preparada por Ana Teresa Peixinho, encontram-se neste volume três apêndices e notas biobibliográficas.»

  • Edição Crítica - Textos de Imprensa V
    14.64

    Edição de Elena Losada Soler.

    Nota prefacial de Carlos Reis.

    Coordenação de Carlos Reis.

  • Edição Crítica das Obras de Eça de Queirós: A Cidade e as Serras
    25.00

    Tendo aparecido pela primeira vez em 1901, pouco depois da morte do escritor, em 16 de agosto de 1900, este relato integra-se naquele subconjunto que, nos últimos anos, temos designado, com referência ao seu autor, como provindo do labor finissecular do último Eça. Para além disso, ele traz consigo uma história editorial atribulada, como aconteceu com os chamados semipóstumos (que incluem também A Ilustre Casa de Ramires e A Correspondência de Fradique Mendes), ou seja, aquelas obras que estavam em processo de edição, quando Eça morreu. Por isso mesmo, tornou-se necessária (e natural) a ajuda de quem pudesse terminar o que o romancista deixara inconcluso. Refiro-me,  evidentemente, a Ramalho Ortigão, que assumiu, por encargo da família, a responsabilidade de preparar a edição princeps. Fê-lo, contudo, com hesitações e, não raro, com intervenções muito discutíveis, lidando com materiais desiguais, relativamente ao estádio de elaboração que eles traduziam.

    Carlos Reis, da Nota Prefacial