De Lisboa às Serras: A Evolução de Eça de Queiroz

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«Eça de Queiroz (1845 -1900) é o autor de algumas das mais famosas descrições literárias de Lisboa e do norte de Portugal. No entanto, Lisboa é o cenário principal dos romances do início e do meio da sua carreira, até à publicação de Os Maias (1888), enquanto o Norte só ganha destaque nos livros finais.
De Lisboa às Serras: A evolução de Eça de Queiroz procura compreender esta curiosa evolução. A evolução de Eça tem ocupado, há mais de cem anos, os críticos. Philipp Kampschroer interroga as principais propostas críticas sobre estética, ideologia e ironia em Eça de Queiroz; defende, em detrimento de uma divisão em fases ou períodos, uma descrição orgânica e unificada da sua obra. O exame de toda a obra de
Eça — romances, contos, correspondência privada e textos de imprensa — indica que Lisboa e as Serras são mais do que meros cenários. São termos simultaneamente opostos e complementares que sustentam toda uma interpretação da realidade nacional no panorama europeu. Esta interpretação garantiu a presença continuada de Eça de Queiroz na cultura portuguesa.»

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«Eça de Queiroz (1845 -1900) é o autor de algumas das mais famosas descrições literárias de Lisboa e do norte de Portugal. No entanto, Lisboa é o cenário principal dos romances do início e do meio da sua carreira, até à publicação de Os Maias (1888), enquanto o Norte só ganha destaque nos livros finais.
De Lisboa às Serras: A evolução de Eça de Queiroz procura compreender esta curiosa evolução. A evolução de Eça tem ocupado, há mais de cem anos, os críticos. Philipp Kampschroer interroga as principais propostas críticas sobre estética, ideologia e ironia em Eça de Queiroz; defende, em detrimento de uma divisão em fases ou períodos, uma descrição orgânica e unificada da sua obra. O exame de toda a obra de
Eça — romances, contos, correspondência privada e textos de imprensa — indica que Lisboa e as Serras são mais do que meros cenários. São termos simultaneamente opostos e complementares que sustentam toda uma interpretação da realidade nacional no panorama europeu. Esta interpretação garantiu a presença continuada de Eça de Queiroz na cultura portuguesa.»

Informação adicional

Ano de Edição

2025

Autor

Philip Kampschroer

Editor

Imprensa Nacional Casa da Moeda

Encardenação

Brochada, Capa Mole

N.º de Páginas

296

Dimensões (C x L x A) 15.3 × 1.8 × 24 cm
Peso 800 g
REF: 100411 Categorias: ,

Descrição

Philip Kampschroer (Alemanha, 1992) doutorou-se em Teoria da Literatura pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. É investigador do Centro de Linguística desta última instituição e ensina na Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica Portuguesa.

Publicou edições críticas da Correspondência de Joaquim de Vasconcelos para Leite de Vasconcelos (Imprensa Nacional, 2023) e das cartas trocadas, em alemão, entre Wilhelm Storck e Joaquim de Vasconcelos (University of Bamberg Press, 2022), bem como diversos artigos nos âmbitos da crítica textual, tradução, literatura alemã e literatura portuguesa, com incidência especial nos séculosXIX e XX.

Trabalha actualmente sobre outras figuras da mesma época, nomeadamente Heinrich Heine, Almeida Garrett, Émile Zola, António Nobre e Carolina Michaëlis.

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