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30.00€A Casa de Tormes, é um espaço mítico da obra e da vida de Eça de Queiroz, lugar que hoje reúne o seu espólio e guarda a sua Memória por intermédio do seu mobiliário e dos seus objectos de uso quotidiano, como seja a sua secretária e a sua biblioteca, o seu monóculo e o seu ficheiro, os quadros e as fotografias que o rodeavam, etc. Mas neste álbum podemos encontrar muito mais: podemos abrir portas para o conhecimento da gastronomia na obra do celebrado autor de “Os Maias”, e até, neste cenário queiroziano, cruzarmo-nos com Camilo, por intermédio da Memória de Fanny e Owen e da sua Casa.
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16.90€Os textos e desenhos que aqui se publicam são, na sua maioria, inéditos, provenientes de álbuns que estiveram mais de cem anos escondidos do público. Mesmo nos poucos casos em que os textos e as imagens já se encontravam publicados, é a primeira vez que são coligidos numa edição que restitui a sua forma original.
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Novidade!
25.00€A produção literária de qualquer grande escritor regista, quase sempre e para além dos seus textos capitais, outros textos provindos de circunstâncias mais ou menos acidentais ou conjunturais.
Quando se trata de organizar o conjunto dessa produção literária (é também isso que esta Edição Crítica das Obras de Eça de Queirós está a fazer, o que obriga a questionar títulos e coletâneas até agora aceites como canónicos), torna-se necessário reunir esses textos em volume ou em volumes que lhes dêem o acolhimento possível.
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Novidade!
29.00€O volume Lendas de Santos que agora se publica constitui, na série Edição Crítica das Obras de Eça de Queirós, um contributo importante para colmatar lacunas e para se tentar chegar o mais perto possível da vontade de Eça de Queirós, no que diz respeito às três narrativas que aqui se encontram.
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Novidade!
25.00€A disponibilização da edição crítica de O Mistério da Estrada de Sintra — Cartas ao Diário de Notícias proporciona a todos os queirosianos, e particularmente aos seus estudiosos, uma visão distintiva de um texto tido por Carlos Reis como «uma das mais ousadas provocações que a nossa história literária já conheceu».
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Novidade!
30.00€Joseph Bouchardy (tradução de Eça de Queirós)
«A presente edição de Philidor, peça de teatro de Joseph Bouchardy, representada e publicada pela primeira vez em Paris, em 1863, constitui um trabalho de revalorização de uma atividade de Eça de Queirós talvez menos conhecida mas nem por isso menos significativa: o trabalho de tradução literária a que episodicamente o grande escritor se dedicou.
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Novidade!
42.50€A presente edição crítica retoma e procura completar o trabalho de recuperação de um acervo jornalístico aqui enquadrado pelos componentes que usualmente estruturam estas edições. Assim, além da extensa introdução preparada por Ana Teresa Peixinho, encontram-se neste volume três apêndices e notas biobibliográficas.»
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25.00€Tendo aparecido pela primeira vez em 1901, pouco depois da morte do escritor, em 16 de agosto de 1900, este relato integra-se naquele subconjunto que, nos últimos anos, temos designado, com referência ao seu autor, como provindo do labor finissecular do último Eça. Para além disso, ele traz consigo uma história editorial atribulada, como aconteceu com os chamados semipóstumos (que incluem também A Ilustre Casa de Ramires e A Correspondência de Fradique Mendes), ou seja, aquelas obras que estavam em processo de edição, quando Eça morreu. Por isso mesmo, tornou-se necessária (e natural) a ajuda de quem pudesse terminar o que o romancista deixara inconcluso. Refiro-me, evidentemente, a Ramalho Ortigão, que assumiu, por encargo da família, a responsabilidade de preparar a edição princeps. Fê-lo, contudo, com hesitações e, não raro, com intervenções muito discutíveis, lidando com materiais desiguais, relativamente ao estádio de elaboração que eles traduziam.
Carlos Reis, da Nota Prefacial
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-16% de desconto
47.50€O preço original era: 47.50€.40.00€O preço atual é: 40.00€.A recolha das ilustrações da obra de Eça de Queiroz aqui apresentada, que abrange um período de 130 anos – entre 1871, data da capa de “As Farpas”, concebida por Manuel de Macedo, e Outubro de 2001, data do desenho de António inspirado pelos textos da polémica Eça-Pinheiro Chagas -, constitui nos estudos queirozianos uma absoluta novidade, de que a sua bibliografia carecia. A escrita eminentemente imagética do autor de “A Relíquia” facilita expressões plásticas de forte recorte visual, que vêm complementar o seu estilo inconfundível.








